Como Clarice
em muitos instantes, estou morto nestes instantes. Um processo de morte ou a
parte de mortes. Morri sem nem sentir, declinando pelas linhas, até que me
apercebo inerte. Parado em vazio pra qualquer canto que olhe ou toque. Morri
não sei de quê nem sei de quando, mas ainda há suspiros como este que insistem.
É como se adormecesse e em sonhos eu respirasse completamente e – inteiro vivo –
de mim nascessem tudo que me continua. Enquanto permaneço sem pulsação.
Não morri da
vida, mas, sim, do me dizer (ou só do dizer qualquer). E não há tristezas
nessas coisas aqui. É tudo um pensamento surgido entre o vão. Uma luz para
clarear meu rosto ou só para ocupar a mão.
Uma luz para clarear meu rosto ou só para ocupar a mão.
ResponderExcluirenfim. Não vou dizer nada.